Edições Passadas

PROGRAMAÇÃO – I GEvol 2010

 28/09/2010

Palestra “Genética da Especiação”

Prof. Dr. Reinaldo A. de Brito (Depto de Genética e Evolução, UFSCar)

 

19/10/2010

Palestra “Filogeografia de aves da Mata Atlântica revela um bioma com história complexa”

Profa. Dra. Cristina Yumi Miyaki (Instituto de Biociências, USP)

 

10/11/2010

Palestra “Dinâmica Evolutiva de DNAs satélites”  

Prof. Dr. Gustavo C. S. Kuhn (Depto de Genética e Evolução, UFSCar)

 

23/11/2010

Palestra “Diversificação e biogeografia histórica da fauna de lagartos neotropicais: o que revelam as filogenias moleculares?”

Profa. Dra. Kátia C. M. Pellegrino (UNIFESP, Diadema)

 

30/11/2010

Palestra “O acaso no Processo Evolutivo”

Prof. Dr. Fábio de Melo Sene (Depto de Genética, USP-RP)

 

PROGRAMAÇÃO – II GEvol 2011

03/06 Tema – Semelhanças e diferenças entre as teorias evolutivas de Lamarck e Darwin.

      Nesta apresentação, examinaremos as principais características das teorias evolutivas de Lamarck e de Darwin. Primeiramente, será apresentada uma visão geral da “teoria da progressão dos animais” de Lamarck, identificando as 4 Leis que a compõem. A elaboração gradativa da teoria será relacionada com episódios biográficos do naturalista e com o contexto de sua época. Em seguida, será apresentado o contexto da elaboração da teoria evolutiva de Darwin e os elementos que compõem seu “núcleo duro”. Ao final, será destacada a comparação dos elementos comuns e distintos das duas propostas, particularmente quanto ao papel que os dois naturalistas atribuíram à herança dos caracteres adquiridos.

Palestrante – Maria Elice Brzezinski Prestes (Departamento de Genética e Biologia Evolutiva, IB-USP)

 

Palestras Finalizadas:

08/04  Tema – Origens do homem moderno: o que sabemos a partir da América do Sul? – Finalizada

      Nesta conversa visitaremos os principais eventos ocorridos durante a história evolutiva humana, mais precisamente aqueles representativos da linhagem hominínea compreendendo os últimos 7,0 milhões de anos, culminando com a discussão sobre os principais modelos de origem e dispersão do Homo sapiens. Por fim, abordaremos também a questão da origem do homem na América, seus principais modelos de colonização e qual a contribuição que os cientistas e os fósseis sul-americanos dão para a melhor compreensão do processo de dispersão do homem moderno.

Palestrante – Danilo V. Bernardo (IB-USP)

29/04  Tema – Evolução e diversidade de Pterosauria ao longo da Era Mesozóica

LOCAL – Auditório ATLAB02

      Pterossauros compõem um grupo completamente extinto de répteis, tendo existido ao longo da Era Mesozóica. Foram os primeiros vertebrados a desenvolverem vôo ativo, conquistando o ambiente aéreo e se diversificaram ocupando todas as regiões do globo. Com as asas sustentadas pelo quarto dígito dos membros anteriores, esses animais desenvolveram uma estrutura de vôo própria, diferente da encontrada em aves e morcegos. As primeiras formas que se tem conhecimento surgiram no Triássico, e constituem espécimes relativamente pequenos, restritos a regiões da Europa. Esse cenário mudou rapidamente, e ao final do Cretáceo, formas gigantes existiam em todo o mundo. Devido à grande distribuição, tanto espacial como temporal, os pterossauros se tornaram um dos grupos mais diversificados dentre os vertebrados, até a sua extinção, no final do Cretáceo.

    Esta palestra destina-se a expor um pouco desta diversidade para os alunos, e demonstrar como esse grupo complexo surgiu, se diversificou e posteriormente se extinguiu.

Palestrante – Bruno C. Vila Nova Albuquerque (FFCLRP-USP)

20/05  Tema – Evo-Devo: Uma ponte entre a macro e microevolução?

     Evo-Devo, apesar de ser um termo recente e de certa forma carinhoso para pesquisas enfatizando a mútua interligação entre processos evolutivos e de desenvolvimento, o termo reflete uma história longa nas ciências naturais, e já teve tempos áureos como a Lei Biogenética de Ernst Haeckel (“ontogenia recapitula a filogenia”). Em nossa apresentação abordaremos de forma concisa a história desta interrelação, trabalhando especificamente a questão do aparente contraste entre micro e macroevolução. Um dos principais problemas e tôpicos é o conceito de homologia. Veremos como os variados planos básicos do corpo dos filos no reino animal podem ser unidos em termos de “caixa de ferramentas gênicas”, que constroem o processo de desenvolvimento dos mesmos. Enquanto o compartilhamento de uma caixa de ferramentas gênicas parece aparentemente ser um fator unificador e de importância no contexto de macroevolução, questões de microevolução, i.e. diferenciação genética de populações e divergência de morfologias dentro de espécies, requerem uma contextualização em termos de plasticidade fenotípica. Discutiremos como estruturas embrionárias, como por exemplo, a crista neural dos vertebrados, que pode ser modelo para tal variabilidade fenotípica. Por final abordaremos a questão de redes gênicas e de como alterações da regulação em cis de tais redes têm o potencial de servir como modelo para trabalhar questões evo-devo no contexto atual da genética e biologia molecular e celular.

Palestrante –  Klaus H. Hartfelder (FMRP-USP)

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Uma resposta para “Edições Passadas

  1. Mayara

    O primeiro ciclo de palestras do Gevol foi muito legal, principalmente a palestra do Dr. Profº Fábio de Melo Sene.

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